terça-feira, 29 de novembro de 2011

Soberania e Cidadania!


Nesta terça-feira, 29 de novembro de 2011, foi lançado oficialmente o MUSP-Movimento União Pró-São Paulo.

O Ministério Público está tentando impedir que o São Paulo Futebol Clube abrigue shows no Estádio Cícero Pompeu de Toledo, em virtude dos "incômodos" provocados na vizinhança, como informou o portal spfcnews.spfc1935 .

E como a Nação Soberana Tricolor não se fez e não faz a farra com o dinheiro público, associada a políticos de carreira e dirigentes de futebol corruptos, para resolver os problemas com seu estádio, a torcida Tricolor se manifesta e protesta contra a medida, criando o MUSP.

As duas maiores torcidas uniformizadas do Tricolor Paulista não têm seus nomes de batismo por acaso. A "Independente" não tem o rabo preso com cartolas, jogadores, blogueiros, jornalistas, "torcedores símbolo", o raio-que-o-parta! A "Dragões da Real" defende os portões sagrados e instalações do Templo e seus Soberanos!

Não só o São Paulo Futebol Clube, mas, o Estado e a Cidade de São Paulo também perdem muito, sem os shows, perdendo arrecadação advinda do turismo, que atrai milhares de pessoas que vêm à Cidade para assisti-los.

Este é um veto aos Direitos Individuais e Sociais de toda uma Nação, que têm direito constitucional ao lazer, educação e cultura.

É lição comezinha do Direito que "direitos coletivos devem prevalescer sobre individuais, e os 'coletivos de maior proporção' devem superar o de 'menor proporção', não extinguindo esse, mas convivendo entre eles com uma certa prevalência".

Parece que o Ministério Público desconhece a "cartilha", assim como os habitantes do entorno do Estádio. Estádio este que está ali localizado muito antes de o seu entorno ser habitado, ou seja, quem ali foi habitar já sabia que lá se localizava o maior estádio particular do mundo e deveria saber das consequências em vir a habitar o seu entorno. E eu não o digo de "boca-pra-fora", pois, habito nas vizinhanças do Cícero Pompeu de Toledo e conheço muito bem suas conseqüências e as razões para disso se orgulhar.

Hipócritas os da corja da CBF, Curíntia e PT, assim como os arrogantes moradores do bairro do Morumbi, ao acionar o Ministério Público com esta reclamação! Uma vizinhança marcada pela vergonha protagonizada por um morador do bairro e no bairro, noticiada em 07/10/2011 na Folha de São Paulo: Porsche bate em carros e foge na região do Morumbi, em SP

Como se lê na reportagem, a arrogância e ignorância do ilustre morador do bairro do Morumbi, a despeito do acidente que sua irresponsabilidade provocou, ainda fez piada com o mesmo e com a vítima, em seu canal no Facebook, conforme a mesma Folha de São Paulo noticiou em 12/10/2011: 'Não saiu nem a tinta', diz motorista do Porsche

E contra esse crime o Ministério Público ainda não fez nada!

Mas, essa escória não deve ser representativa nem representada, portanto, haja como cidadão, manifeste-se contra, somando-se aos que já aderiram ao movimento, assinando em: Abaixo-assinado contra o veto aos shows no Morumbi no Facebook.

Visite o site oficial do MUSPhttp://muspmovimento.wordpress.com/

Siga no Twitter: @musp_

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

treXeira #1



Há anos eu tenho me dedicado à restauração digital de posters e fotos de cinema, de inúmeras épocas e gêneros, oriundos de minha coleção pessoal ou de amigos. A grande maioria não tem similar no Brasil. Estes posters e fotos estão disponíveis em ampliação fotográfica (não é impresso, é ampliação fotográfica, em papel fotográfico profissional; é uma foto gigante) de altíssima qualidade e durabilidade, no formato 45cm X 60cm.
A remessa é feita por e-sedex, embalados com toda a proteção contra danos e você recebe em seu endereço com toda a comodidade.
Consulte pelo e-mail trexeira@uol.com.br sobre um título de seu interesse.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Um verão, em 1987.


No verão nova-iorquino de 1987 fui fazer um "undergraduate degree" de "computer graphics" na "School Of Visual Arts of New York". Na palestra de abertura do curso, Milton Glaser introduziu com as seguintes palavras: "Estamos aqui para conhecer e aprender acerca da nova ferramenta que o mundo todo irá utilizar, nas artes da comunicação, já amanhã:  a computação gráfica. Como todos sabem, há cerca de 1 ano, Steve Jobs associou-se à Pixar Studios, do gênio criativo e produtor George Lucas e… bem, provavelmente vocês estão aqui por isso. (…) Muito bem. Senhoras e Senhores, quero apresentar-lhes a mente que desenvolveu a maior renovação histórica em nosso meio. O homem cuja dedicação ao desenvolvimento tecnológico, aliado à criatividade e que ama a nós e à nossa vocação… Mr. Steven Paul Jobs!"

Eu não acreditava! Que surpresa para todos! O auditório veio abaixo! Algo em torno de cinco minutos de palmas, gritos de "genius", assovios… Eu ainda choro de emoção ao lembrar-me, como chorei na ocasião, por emoção incontida, de mim e de mais uma centena de presentes. Alí estava, diante de nós, o gênio que facilitara nossa vida profissional com a mais inigualável ferramenta de trabalho: o Macintosh.

Há século, ninguém havia pensado que pincéis, tintas, colas, papéis, réguas, compassos… eram muito artísticos, contudo, completamente improdutivos. Ninguém, desde que a comunicação gráfica e publicitária foi instituída. E ele pensou! Steve Jobs pensou em nós!
Bem, continuando o relato, Jobs, após cerca de cinco minutos de ovação e delírio da plateia, pronunciou, apenas, as seguintes palavras: "Vocês estão aqui para conhecer apenas uma ferramenta e sua técnica. O que vocês aprenderão com Glaser e sua equipe, é que a ferramenta essencial está dentro de seu crânio. É o seu cérebro, a sua criatividade, inspiração e gana por inovar. Um bom verão a todos".

E saiu de cena. Foi embora! Poderia ter feito merchan de uma hora, vendendo seu invento, mas, não. Falou o que, de fato, o movia na vida.

Ontem, Steven Paul Jobs faleceu vitimado por um câncer. Eu estou arrasado! Só me resta encerrar dizendo: Thank You very much, Sir. Thank You very much, Genius! Thank You, Steve Jobs!

domingo, 4 de setembro de 2011

Varejo adota cautela e já prevê Natal moderado.

Matéria publicada hoje nos principais portais de informação de economia demonstram a mentalidade equivocada de grande parte do empresariado brasileiro, especialmente do setor varejista.
Reproduzo o publicado em Veja, creditado à Agência Estado:


O comércio decidiu adiar as encomendas de fim de ano às indústrias e projeta um Natal moderado, com crescimento de 5% sobre o de 2010, que foi o melhor da década. Apesar de positivo, o acréscimo é bem menor que o registrado em 2009 e 2010, quando a taxa foi de dois dígitos (15%). O desempenho também está aquém da projeção inicial da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que era de 7% e foi reduzida para 5%.
A cautela do varejo se mantém mesmo após o Banco Central (BC) ter cortado em 0,5 ponto porcentual os juros básicos, hoje em 12% ao ano. Estoques elevados nas fábricas, perda de fôlego no consumo em julho e agosto e acirramento da crise nos EUA e na Europa aumentaram as incertezas em relação aos volumes de pedidos para o Natal. "As lojas vão esperar até o último momento para fechar as encomendas", diz o economista da ACSP, Emílio Alfieri, relatando depoimentos feitos por varejistas em recentes reuniões.
Ele observa que, apesar de os números ainda serem positivos, houve uma forte desaceleração das vendas nos últimos dois meses. Em julho e agosto, a média de consultas para vendas à vista e a prazo cresceu 2,6% em relação a igual período de 2010. No primeiro e no segundo trimestres deste ano, as taxas anuais de crescimento haviam sido de 7,7% e 5,7%, respectivamente. "Foi uma queda forte", diz.
Ele ressalta que a correlação entre as vendas no varejo e o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) é grande e que a desaceleração é o primeiro estágio da recessão. "Observando esses sinais, provavelmente, o BC decidiu cortar os juros agora para evitar que a variação do PIB seja nula ou negativa no primeiro trimestre do ano que vem", diz Alfieri. Outros especialistas dizem que, como o emprego e a renda ainda apresentam bom desempenho, é pouco provável que a economia sofra uma retração.


Há 30 anos atuando no setor, não testemunhei, no Brasil, um Natal sequer, que o volume de vendas não tenha compensado o investimento ou a espera. Nem no famigerado "Plano Collor", que vigorou a partir de 16 de março de 1990 e estendeu-se até 31 de julho de 1993.

Você viu que eu grifei a frase "crescimento de 5% sobre o de 2010, que foi o melhor da década"? Pois é, estão se baseando equivocadamente e querendo um crescimento "monstro" sobre um índice inédito, o maior da década! Isso é cultura inflacionária!

O que o empresariado brasileiro do setor varejista precisa entender, definitivamente, é que o consumidor brasileiro compra especialmente por impulso, por motivação aspiracional e não racional, como o faz racionalmente o europeu e principalmente o norte-americano.

É notório que há furtos e assaltos, em praça pública, de tênis e demais ítens de "grife" e que estes são vendidos a "preço de banana" no mercado criminoso e adquiridos pelos que aspiram tê-los e não podem pagar por eles.

Isso é reflexo de uma mentalidade aspiracional, não racional. De uma cultura… melhor dizendo: falta de cultura.

O gap cultural do brasileiro, aliado ao seu "espírito" otimista, internacionalmente conhecido e até, por muitos, admirado, talvez seja o principal fator contribuinte a esse comportamento não racional em relação ao consumo.

Alie o aspiracional ao racional, com promoções, facilidades de pagamento, fidelização do consumidor e terá o melhor desempenho em vendas já observado.

Há um dito popular que diz: "Mariazinha que não vai à janela, não arruma namorado".

Exponha-se! De maneira agradável, sedutora, principalmente sedutora.

Há outras histórias, também populares e que você também já ouviu, que contam que o sujeito era feio, mas, tinha um bom papo, um papo sedutor que conquistava a mais bela e pretendida. Isso prova que inteligência conta e a favor.

Seja inteligente, crie estratégias que driblem sua "feiura". Seu argumento, seu "papo" também tem que seduzir.

Tenha um Feliz Natal, o ano inteiro!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Campanha AXE México.


“IT’S SHOW TIME”!

O AXE, aquele desodorante que você provavelmente conhece, fez uma Campanha, no México, que é mais um exemplo do que eu reputo como atual, moderno, utilizando e muito bem os canais de comunicação com melhor custo-benefício na atualidade: as mídias sociais.

Tudo começou com um concurso no Facebook onde te convidavam: “Clique para cumprir suas fantasias antes do final do mundo”.
Ao entrar, o internauta podia inscrever-se num concurso, relatando suas fantasias eróticas e, se ganhasse, receberia como prêmio a realização das fantasias, documentada em vídeo.

Confira o vídeo:



Usaram o mote, a “Nostradamica” balela que o mundo acabará em 2012 e fizeram uma grande ação promocional. A idéia e a ação é fantástica, do tipo “Putz, eu queria ter tido essa idéia”!

E a “enfermeirinha” das fantasias de Richie - o vencedor do concurso - é a minha amiguinha Bruna Alvin. Linda, sexy, talentosa e que não protagoniza somente as fantasias do Richie, não! Hehehe…

A Bruna foi para Miami e dopo para México City trabalhar por quase um ano e foi convidada pela agência que a representa, lá, a protagonizar o papel.

Este que vos escreve – morram de inveja – entrevistou a Bruna.

Waldir: Você tuitou que os mexicanos ficaram encantados com o seu derriére, causando nas ruas mexicanas. Procede? Conta aí pra gente, que é um assunto que muito nos interessa. Sabe como é, interesse de ordem sociológica!

Bruna: hahaha é verdade. É que, digamos, que o bumbum brasileiro faz sucesso em todos os lugares, né? E eu sou bem brasileira, e as mexicanas não são muito favorecidas nesse quesito, então chegaram a me dizer que era perigoso eu andar sozinha na rua, porque meu bumbum chamava muito a atenção e os homens ficavam loucos...

Waldir: Eu, sinceramente não entendo isso, porque, conhecendo pessoalmente, eu nem acho esse “Refrigerante de Xarope de Cola Consagrado Mundialmente” todo. – Despeitaaaaaado!
Primeiro eu queria que você explicasse melhor como foi a ação promocional. Eu expliquei certo aí em cima? O que faltou dizer? O Richie é real, digo, ele é um internauta apenas, ou foi contratado para exercer o papel, tipo as “Tchecas” da cerveja?

Bruna: Então, o Ricarditooooo (como eu falo no video) é real sim, foi escolhido como pessoa normal com suas fantasias como mostra no video, e no dia em que tudo foi gravado, ele não sabia de nada do que ia se passar, o que foi uma experiência bem louca pra mim como atriz, porque contracenaria com alguém que nao sabia de nada, então, tinha de estar preparada pras reações dele, tinha de fazer tudo em uma tomada e ainda tudo em espanhol… 
Em "as fantasia de Richie", fomos escolhidas primeiro em um casting e depois em uma reunião com todos os responsáveis pela campanha e já tivemos que agir como se eles fossem Richie… e no dia ensaiamos antes pra não dar nada errado, já que não teriam cortes…
Agora a campanha está forte nas redes sociais e no México também; passa na TV.

Waldir: E você sabe dizer se houve algum prêmio além de realizar as fantasias registradas em vídeo?

Bruna: Não, não houve, o prêmio ja éramos nós, suas fantasias. Não ta bom? (hahaha…) Que homem nao queria ser o Ricardito? E agora ele tem dado entrevistas e creio que ficou famoso entre os fãs do Axe.

Waldir: Resume pra gente como foi sua experiência recente no exterior e mais particularmente nessa campanha.

Bruna: Bem, saí do Brasil há 7 meses pra morar em Mimai e trabalhar como modelo. Passei 4 meses por lá, foi incrível! Pra viver, pra mim, Miami é dos melhores lugares do mundo! Nesse período voltei ao México pra fazer uma campanha - já tinha vivido lá em 2009, então minha agência continuava me vendendo - e aí decidi que depois da temporada de Miami voltaria um pouco pro México. Mas, não contava que trabalharia tanto por lá, em apenas 2 meses, o que me fez decidir ficar.

Waldir: E daqui há pouco, de volta ao Brasil, quais os planos? E o teatro, vai voltar? Rio ou Sampa?

Bruna: Volto pro Brasil semana que vem, mas, só pra fazer uma campanha de lingerie, visitar minha família e retorno pro México por tempo indeterminado. Portanto, no momento, ficar em cartaz em Sampa não está nos planos.

Waldir: Pergunta final, para não cansar sua beleza: Acho que vou ficar doente. Vou precisar de uma enfermeira particular. Rola?

Bruna: (hahaha…) Você nem imagina o quanto escutei isso com essa campanha, tanto de conhecidos quanto dos fãs do Axe.

Waldir: Esta foi Bruna Alvim, Senhoras e Senhores!

Keep'n'touch with Bruna:
www.youtube.com/brualvin
http://www.facebook.com/BrunaAlvin
http://www.brunaalvin.com
http://twitter.com/BrunaAlvin

“Fecham-se as cortinas e termina o espetáculo”!

But, “the show must go on”!

Uma pausa para os nossos comerciais: http://www.behance.net/waldircosta

sábado, 13 de agosto de 2011

Lojas só para mulheres, nova aposta da Riachuelo.

Rodrigo Petry informou hoje, em sua coluna no O Estado de S.Paulo:
A Riachuelo, a partir do próximo ano, vai investir num novo formato de lojas, dedicado exclusivamente ao público feminino. Este modelo poderá contar com áreas médias de venda entre 700 e 1.000 metros quadrados, com departamentos feminino, de calçados, lingerie e acessórios.

"O intuito é passar a explorar mercados maduros, cuja disponibilidade de grandes áreas é escassa", destacou a empresa no relatório de administração que acompanha o balanço do segundo trimestre.
Além das 22 novas lojas confirmadas para este ano - sete já foram inauguradas até agosto -, a meta é abrir 40 lojas por ano, no decorrer de 2012 e 2013.
A varejista informou que aprovou um novo financiamento com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no montante de R$ 275,5 milhões. Deste valor, R$ 243 milhões serão destinados à Riachuelo e R$ 27,7 milhões à Guararapes. Os recursos serão usados para "adequar a estrutura de capital ao forte processo de expansão". A maior parte dos recursos refere-se à inauguração de lojas e capital de giro.
Em teleconferência com analistas, o diretor de relações com investidores da Riachuelo, Tulio Queiroz, disse que o modelo feminino poderá ter um Ebitda (geração de caixa) maior por metro quadrado, em comparação aos demais formatos. "Este modelo é mais rentável e atraente, focado em produtos campeões de venda." Ele disse, porém, que a Riachuelo vai focar a expansão com lojas tradicionais, de 2,5 mil metros quadrados de área de venda, até 2012.
O presidente Flávio Rocha, disse que a empresa poderá investir daqui para a frente em outros formatos compactos, com áreas médias de 1,5 mil metros quadrados, em cidades com mais de 100 mil habitantes. "Temos atualmente um potencial para atingir até 400 lojas."
Rocha destacou que, com a abertura de um escritório em Xangai, na China, a companhia deverá ampliar o mix de produtos importados nas vendas, especialmente de peças básicas. A Guararapes poderia, assim, focar a produção de roupas com mais elementos de moda. No ano passado, a fatia dos importados representou 9% das vendas, porcentual que poderá avançar para até 11% este ano.

sábado, 25 de junho de 2011

Petês, um idioma criado a partir do dialeto Cegetês


Oficialmente, o Petês foi reconhecido como idioma em 10 de fevereiro de 1980. No Brasil, mais precisamente no “ABCD” paulista, em meados de 1962, durante o IV Congresso Sindical Nacional dos Trabalhadores, nota-se, pelo linguajar dos participantes, a prática de um dialeto batizado de Cegetês. No começo, o governo militar que tomou posse do país em 1964 ficou preocupado com a prática desse dialeto, pois, poderia ser uma linguagem cifrada para articular a oposição ao regime ditatorial que se desenhava, mas, em pouco tempo percebeu que não passava de mera falta de domínio e interesse pela língua-pátria. Além do não interesse pelo correto entendimento da língua-pátria, notava-se também, pelo discurso dos que usavam o dialeto Cegetês, o não interesse pela labuta, pelo trabalho diário e percebia-se que suas reuniões giravam em torno de assuntos ligados à elaboração de estratégias para garantir, aos seus praticantes, uma forma de obter remuneração às custas da labuta de outrem, que, aliciado com base numa filosofia de “justiça social”, pagava os tributos para incorporar o “seleto grupo”.


Não demorou muito para praticantes de dialetos com filosofia similares, como o Pecebês, somarem-se na unificação dos dialetos para o idioma Petês.


Além destes, grupos de auto-intitulados intelectuais, liderados por meia-dúzia de jovens de famílias abastadas da Bahia, que integravam um novo grupo musical, viram aí uma excelente oportunidade de marketing para se promover e passaram, também, a praticar e difundir o idioma Petês.


O regime militar foi instaurado em 1964 e por mais de 15 anos o Petês não obteve o status de idioma nacionalmente reconhecido. É lógico entender o porquê: estabelecer um novo idioma exige muito trabalho. A despeito, muitos dos idealizadores preferiram ir morar no exterior, com as despesas pagas pelos seus familiares abastados ou pela mora paga pelos correligionários aliciados, ao que chamavam de “exílio” e este termo foi incorporado ao idioma e nada se assemelha ao seu fiel significado na língua-pátria.


No começo da década de 80, aproveitando o desgaste da ditadura militar, ocorrido por conta do trabalho árduo de diplomados intelectuais e profissionais de alto-nível que somaram-se no combate à ditadura, um ex-trabalhador, um torneiro mecânico que havia se acidentado no exercício do trabalho e por conta disso recebia seus emolumentos por conta do seguro social, ainda que não incapacitado para o exercício laboral, foi escolhido para ser o ícone da oficialização do idioma Petês, adormecido há quase duas décadas.


Ocorre que o ícone extrapolou a mera condição iconográfica ao status de liderança, ainda que sem perder a real condição de fantoche e seu carisma e analfabetismo foi de imensa contribuição na criação e prática de novos termos que consolidariam e enriqueceriam (sic) o idioma que é, hoje, praticado pela grande maioria da população brasileira alienada.


Termos como “cumpanheru”, que traduzido para o português significa “comparsa”; “menas” = “menos”, só que usado em palavras que terminam com “a”; “trabalhadô” usado no sentido antagônico a “trabalhador”; “sabe” usado no lugar e ao invés da vírgula; inúmeros termos de baixo calão, sintetizados ou pronunciados com maneirismos; e a completa abolição do “s” em palavras no tempo plural, são exemplos e expoentes da contribuição desse ex-trabalhador ao idioma Petês.

Verbos transitivos diretos, como “dircear”; “genoinar”; “pereirar”; “delubiar”; “palocciar”; “mercadantear”; também são obras da imensa contribuição desse ex-trabalhador ao idioma Petês e todos estes verbos, guardadas as devidas variações de aplicabilidade, em síntese, têm o seu significado mais amplo, na língua-pátria, ao verbo “roubar”, só que em situações onde o roubo acontece a partir de um elaborado plano. Para um plano assim, bem elaborado, ainda que escuso, mas disfarçado de legal, o Petês tem, também, uma terminologia própria: “mensalão”. Os beneficiados com os lucros dessas operações recebem o título, em Petês, de “sanguessugas”


Em episódio recente, o ex-trabalhador, num ímpeto de criatividade, teve a idéia de mais um verbo: “dilmar”. “Dilmar” significa, em Petês, enaltecer o papel da mulher na sociedade moderna, alçando-a a altos postos de comando, mas, não de fato e sim de maneira hipócrita, demagoga.
O ex-trabalhador também criou o adjetivo que qualifica a personagem: “dilma do chefe”.



A partir de 1º de janeiro de 2009 passou a vigorar no Brasil e em todos os países da CLP – Comunidade de Países de Língua Portuguesa o período de transição para as novas regras ortográficas, que finaliza em 31 de dezembro de 2012.


No entanto, sabemos que, no Brasil, por opção da maioria da população, desse povo alegre e gentil, continuar-se a usar o Petês, a despeito do Tratado da CLP, afinal, o Brasil é diferente, independente, exótico, irreverente. “Esse Brasil lindo e trigueiro... Terra de samba e pandeiro”.

sábado, 18 de junho de 2011

"Missão política de campanha"

Diria Odorico Paraguaçu: Isso é obra da imprensa marronzista, badernenta e subversenta!


Reportagem de Hugo Marques e Gustavo Ribeiro, na VEJA, evidencia que Aloizio Mercadante, que ocupa a pasta da Cicência e Tecnologia no governo da presidente Dilma Rousseff, é um homem capaz de organizar um atentado covardista e crapulento, com o auxílio de dois ateístas despenitentes e de uma quadrilha de petistas, para incriminar um adversário político e tentar vencer as eleições.



Um dos petistas que operaram o esquema assegura que Mercadante foi o grande chefe da operação, que ficou conhecida, em 2006, como o “Caso dos Aloprados”: um grupo de dirigentes do PT comprou, por R$ 1,7 milhão, um falso dossiê que procurava ligar o então candidato tucano ao governo de São Paulo, José Serra (PSDB), à máfia dos sanguessugas. Mercadante, candidato do PT, seria o principal beneficiário caso a ideia desapretechada de sensatismo tivesse dado certo. Hamilton Lacerda, seu puxa-saquista, foi preso pela Polícia Federal segurando a mala de dinheiro — está de volta ao partido. A PF chegou a indiciar Mercadante, mas a acusação acabou anulada por falta de provas.


A VEJA descobriu tudo através da confissão gravada de Expedito Veloso, então diretor de gestão de riscos do Banco do Brasil, que confessou os detalhes do larapismo-maquiavelento-maucaratista em confabulância sigilenta a companheiros de partido. Ele fazia parte no núcleo central da campanha de Lula à reeleição e foi escalado para integrar a operação. Confrontado com o fato, Veloso não teve como negar. Ele agora integra a corja petista juramentada no governo do Distrito Federal, como secretário-adjunto de desenvolvimento.



Pergunta do repórter: "Qual foi sua participação na montagem do dossiê?"
Veloso: "Absolutamente lateral. Analisei os documentos. Só isso. Cumpri uma missão política de campanha."


“Missão política de campanha” é o nome que os petistas dão aos seus desapetrechamentos de caráter.


Veloso: “O plano foi tocado pelo núcleo de inteligência do PT, mas com o conhecimento e autorização do senador [Mecadante]. Ele, inclusive, era o encarregado de arrecadar parte do dinheiro em São Paulo” (…)


Expedito Veloso conta que Mercadante e o PT apostavam que a estratégia de envolver o adversário José Serra no escândalo de desvio de verbas públicas lhe garantiria os votos necessários para ganhar o pleito: 
“A avaliação era que o dossiê poderia levar a disputa ao segundo turno. De Brasília, o núcleo de inteligência do partido deu o sinal verde para a execução do plano. Por intermédio de Valdebran Padilha, tesoureiro informal do PT em Mato Grosso, o comitê paulista negociou diretamente com os empresários mato-grossenses Darci e Luiz Antonio Vedoin, que cobraram 1,7 milhão de reais para falsificar documentos e conceder uma entrevista na qual acusariam José Serra de envolvimento com fraudes no Ministério da Saúde.”


Veloso revela que foi justamente uma falha do grupo que tinha a atribuição de arrecadar o 1,7 milhão de reais pedido pela quadrilha para montar a farsa, que levou ao fracasso da operação. A escravagem petista ficou quatro dias em São Paulo aguardando o dinheiro, que demorou a chegar. E, quando apareceu, a polícia estava no rastro.


A partir das inconfidências de Expedito Veloso, descobre-se que a cangacista investida contra os tucanos em São Paulo não foi a primeira e que os alvos, talqualmente, nem sempre são só de partidos adversários.  Expedito revelou que, antes da prisão dos aloprados, ocorreu outro episódio, envolvendo os mesmos personagens, usando os mesmos métodos, emboramente, dessa vez, agindo em Mato Grosso. Os alvos foram os então senadores Serys Slhessarenko, do PT, e Antero Paes de Barros, do PSDB. Eles disputavam o governo do estado com Blairo Maggi (PR), que concorria à reeleição, quando surgiu um dossiê envolvendo a petista e o tucano com a máfia dos sanguessugas. Suas candidaturas foram fulminadas pelas denúncias. Foi mais uma armação covardista e crapulenta dos aloprados, segundo as revelações gravadas. O mentor dessa vez foi o ex-deputado petista Carlos Abicalil, atual secretário do Ministério da Educação. O financiador e beneficiário foi o governador Blairo Maggi.


Expedito Veloso: “O Abicalil já tinha negociado com Blairo Maggi para fuder a Serys e o Antero Barros. Pagaram 2 milhões aos Vedoin para incluir os dois indevidamente na lista dos sanguessugas. (…) Saiu uma reportagem antes da eleição que arrebentou os dois."


Serys confirma que Expedito a procurou no ano passado e fez uma confabulância político-sigilista: “Ele disse que meu envolvimento com aqueles bandidos foi tudo uma armação criminosa contra mim, patrocinada pelos colegas do partido."


O ex-senador Antero também soube da fraude: “Liguei para o Serra e avisei que estavam fazendo a mesma patifaria contra ele.”


Vamos botar de lado os entretantos e partir para os finalmente:


Abicalil é apontado como possível substituto de Fernando Haddad - que já está em estado de defuntice compulsória dentro do Ministério da Educação e da Ideologia. Blairo Maggi, hoje, é senador.


O grupo de Abicalil conseguiu expulsar Serys do PT. A direção nacional do partido interveio e converteu a expulsão em suspensão.


Este é Carlos Abicalil:


Neste momento extrapolante eu alço os olhos para o meu destino e, vendo no céu a cruz de estrelas que nos protege, peço a Deus que olhe para nossa terra e abençoe a brava gente de Sucupira.


Fonte: blog do Reinaldo Azevedo

PeTite Aguda

Eu peço licença ao jornalista Reinaldo Azevedo para reproduzir aqui o texto mais lúcido que li até hoje, desvendando o caráter e o papel que Lula desempenhou até hoje na sociedade e na política. Com todo o desprezo que eu sempre tive por este explorador dos humildes e ignorantes, usados por ele para sustentar a sua incompatibilidade com o exercício da labuta e alcá-lo à confortável condição de mandatário e líder de sindicatos e movimentos sociais aos quais sempre participou com retórica e apenas com retórica, ainda que retórica de baixo nível, sem cultura; falta de cultura essa, sempre por ele fomentada e exibida, como se fosse um troféu, digno de se exibir.
Por ocasião do aniversário de 80 anos do Presidente Fernando Henrique Cardoso - este sim, o Presidente que qualquer brasileiro culto, trabalhador com responsabilidade, se orgulha de ter, ou ter tido - Reinaldo Azevedo, em artigo no seu blog na revista Veja, articulou um texto impecável, traçando o perfil do prepotente líder do PT, MST e outros "Ts" que ele manipula em prol de si mesmo e de seus aceclas, muitos deles já desmascarados pela imprensa e CPIs. Prepotência essa que atingiu níveis de mácula no relacionamento internacional, dada as evidências da decisão por ele tomada no recente caso Battisti.
A íntegra do texto encontra-se no link exibido acima. Aqui destaco alguns trechos, aqueles que eu gostaria de ter escrito com tanta lucidez:


"Curiosamente, o mais importante presidente da nossa história sofreu um tentativa de desconstrução inédita, com uma virulência como jamais se viu. Nem mesmo a ditadura avançou contra a herança do regime deposto pela 'revolução' com a violência retórica com que Luiz Inácio Lula da Silva atacou o seu antecessor, FHC — nada menos do que o líder que havia posto fim ao ciclo da superinflação, que havia estabelecido os fundamentos do equilíbrio macroeconômico, que havia vencido alguns entraves históricos ao desenvolvimento. Não só isso: criou e consolidou as bases dos programas sociais no país, que, bem…, o Lula de oposição, ele sim!, chamava de 'esmola', o que está documentado em vídeo. O Apedeuta referia-se aos programas reunidos no Bolsa Família.


Oito anos de ataques implacáveis, sustentados pela mais poderosa máquina de propaganda jamais montada no país! Lula contou, ainda, com o auxílio pressuroso de setores da imprensa e do colunismo adesista, que se referiam — e alguns o fazem até agora — à 'privataria' da era tucana, à 'ruína' do governo FHC, ao 'neoliberalismo' e a fantasias várias para tentar minimizar o papel definidor que o 'homem do Real' teve na história do país.


Até ontem à noite, que se soubesse, Lula ainda não havia dado os parabéns àquele que tem a pretensão de ter como rival. Talvez não o faça. O misto de arrogância e insegurança intelectual do petista o impede de reconhecer a obra alheia, a grandeza alheia e até a gentileza alheia. Só conhece a prepotência e a subserviência. Não podendo se impor ao antecessor sob qualquer critério que se queira, então se sente diminuído — e, por essa razão, ataca.



Lula e o PT precisavam criar a farsa da ruptura com o passado para que seu projeto ganhasse identidade. 


Em entrevista ao Correio Braziliense, FHC especulou, com algum humor, que Lula talvez tenha algum 'problema psicológico' com ele. Tem, sim!, e já escrevi a respeito. Uma história sentimental do petista vai revelar o homem que se construiu eliminando os que o antecederam.


No sindicato, destruiu a velha-guarda na qual se ancorou para subir; no movimento sindical nacional, esmagou antigas lideranças para se tornar o grande líder; na esquerda, tratou com menosprezo ícones do pré-64, como Leonel Brizola (que o chamava de 'sapo barbudo') e Miguel Arraes; no próprio PT, desmoralizou todos aqueles que, ainda que minimamente, ousaram desafiá-lo. Lula só sabe existir destruindo. Sua identidade estava, em sua cabeça ao menos, em ser um anti-FHC. De maneira escancarada, sempre fez questão de opor a sua ignorância à sabedoria do outro, destacando que ignorância é força. O esforço, no entanto, vai se revelando inútil. À medida que o tempo passa, a obra de FHC se agiganta.


A 'PeTite aguda' é uma doença do espírito que subordina a inteligência a comandos puramente ideológicos, a despeito dos fatos.



FHC faz 80 anos. Vida longa àquele que nos libertou da condenação ao atraso e soube enxergar, contra a metafísica então influente da política brasileira, que a chave dessa libertação estava em pôr mais sociedade no estado, em vez de mais estado na sociedade.


Parabéns, presidente Fernando Henrique Cardoso!"


Parabéns Reinaldo Azevedo!

#OlhaláOlhaláOlhalá…

No dia 9 de junho eu postei aqui um comentário sobre a competência da equipe que toca o www.spfcdigital. No mesmo dia 9 recebí uma mensagem do Carlos Port, idealizador e administrador do portal Tricolor que dizia, na íntegra: "Que vergonha o caso Battisti, não? Irmão, que tal escrever conosco uma vez por semana, hein? Pense a respeito, seria um prazer ter você no time!"
E vocês acham que eu pensei? Só não aceitei na hora porque não vi a mensagem naquele dia, mas, quando li... nem consigo explicar a emoção e a alegria que me foi proporcionada pelo irmão também devoto de São Paulo Futebol Clube. "Agüenta coração!"
Então é isso "torcida brasileira"! Quando se faz o que se ama fazer, encontramos tempo para fazê-lo. Estarei lá, "de ponta de bota", no www.spfcdigital postando uma matéria nova toda sexta-feira. Decidi também, ilustrar as matérias com ilustrações que preparo especialmente para o tema abordado.
Muito feliz por integrar uma equipe de jovens criativos e competentes, sérios e obstinados, que estão usando a web com toda a sua propriedade multimídia.
No www.spfcdigital quando "apito o árbitro, abrem-se as cortinas e começa o espetaculo"!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Lojas Avenida - Dia dos Namorados 2011.

O filme que eu criei para o Dia dos Namorados das Lojas Avenida está no ar e no meu canal no YOUTUBE
Direção: Marcelo Nepomuceno. Trilha sonora: Fabio Cirello.

www.spfcdigital.com.br

E falando em interação com o universo internético, demorou para eu render minhas homenagens ao Carlos Port, Ricci Jr, Kauê Lombardi e a todos que criaram e tocam com competência ímpar o www.spfcdigital.com.br
Além de uma linha editorial franca e sem rabo preso com a diretoria do São Paulo Futebol Clube, nem preocupados em puxar o saco da torcida, obtém e divulgam informações quentíssimas, descem a lenha quando é preciso e, juntamente com o Renatão Morcegão ((que criou a primeira webradio brasileira: morcegão fm) criaram a Rádio SPFC Digital Ao Vivo, que transmite o jogos do Glorioso Tricolor pela Web e Twitter.
Orgulho de uma Nação Vitoriosa! Competência acima de tudo. Saudações Tricolores, amigos.

Filme sensacional da Africa para a Vivo: Eduardo e Mônica.

Renato Russo deve estar orgulhoso lá em cima e eu não me canso de assistir emocionado. A idéia é genial, a produção e a estratégia ídem!

A Vivo produziu um vídeo com a música "Eduardo e Mônica" que pretende mostrar o Dia dos Namorados em um mundo conectado. O filme mostra uma versão atualizada da história dos dois jovens, contada (e cantada) pelo Legião Urbana na década de 80. Em 2011, Eduardo continua jogando futebol de botão com o avô, como diz a letra da música, mas também joga em seu videogame Wii, usa internet 3G e troca mensagens com Mônica por um smartphone. Ela, não menos engajada, não larga seu tablet.
A campanha ganhou a primeira posição nos Trending Topics do Twitter brasileiro em questão de minutos, na manhã de ontem. No Twitter global, “#EduardoeMonica” estava em quarto lugar ao meio-dia.
Depois de a campanha já ter se espalhado entre os internautas, a Vivo divulgou oficialmente em seu perfil no Twitter, @Vivoemrede: “E por falar em amor... Vivo apresenta o clipe 2.0 de Eduardo e Mônica, a história mais cantada do Brasil”. O vídeo foi estreado na web nesta quarta-feira e ganhará uma versão para as telas no próximo domingo. No Facebook, os perfis Eduardo Botão e Mônica Godard mostram algumas características dos personagens, como o interesse por futebol de botão (apenas), por parte de Eduardo, e por Van Gogh, Rimbaud e, claro, Godard, por parte de Mônica. O filme foi dirigido por Nando Olival, criado pela agência África e produzido pela 02 Filmes.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Lojas Avenida vai abrir a primeira loja em SP, o que comprova que eu sou louco!

E além da loja em Barretos, que inaugura no começo de agosto, no North Shopping Barretos, semana passada inaugurou mais uma em Campo Grande (sua primeira loja conceito), dia 1 de junho em Eunápolis (sua primeira loja no Nordeste), a 664 km de Salvador e 50 km de Porto Seguro, cidade com 100.196 habitantes (IBGE 2010) e 6 universidades. E dia 6 de junho em Tucuruí, no Sudeste Paraense, com 97.128 habitantes (IBGE 2010), famosa pela sua hidrelétrica.
Em setembro do ano passado, em reunião com o Rodrigo Caseli, Presidente das Lojas Avenida, eu sugeri que ele "abrisse os olhos" para a vasta periferia e interior de São Paulo. A resposta foi: "Você é louco! Não fugirei da nossa estratégia de expandir o Centro-Oeste e para o Norte".
Nessa mesma reunião foi colocado que era notado uma certa resistência por parte dos administradores de shopping-centers em oferecer as mesmas condições que ofereciam às demais âncoras, famosas, à Avenida. Me foi solicitado, então, a criação de anúncios para veicular em veículos especializados, contando quem/o que é a Avenida. Não recomendei. Recomendei sim, a contratação de uma competente assessoria de imprensa, que em pouco tempo gerou excelente matéria, entre outras, na IstoÉ Dinheiro e há cerca de 1 mês na Valor e resultados imediatos: o convite para entrar no North Shopping Barretos surgiu praticamente junto à publicação da última matéria.
O "louco" aqui saiu de Cuiabá com a quase certeza que isso aconteceria.
Em outubro de 1987 a C&A tinha milhares de peças em estoque e um tremendo prejuízo. O "louco" deu a idéia de veicular, em todos os breaks nacionais do Fantástico, uma sátira ao próprio Fantástico, não exibindo a mercadoria encalhada, remarcada, como ofertas e sim o top-fashion do momento, sem qualquer remarcação de preço. Louco né? Pois é, na segunda-feira, as lojas C&A, no Brasil inteiro, tinham filas de dobrar quarteirão, aguardando a abertura das lojas e em 1 só dia desovou todo o estoque encalhado.
Mais uma "loucura", entre outras, em fins de 1989: criar um personagem afro-brasileiro para protagonizar o papel de ícone promocional de uma empresa de origem holandesa, instalada no Brasil há 13 anos e atuante no varejo de moda de grande porte.
E para esta mesma empresa as "loucuras" se sucederam ao longo de mais de uma década.
Crédito do "louco"? Não. Crédito de quem deu crédito às "loucuras" e colheu os frutos. Doces.
E essa é uma qualidade de Rodrigo Caseli. Quando pergunta se você é louco está abrindo espaço para o debate, para a argumentação. Depois, lá com os seus botões e com a competência e faro para os negócios, certamente genética, herdada do pai, fundador da empresa há trinta e poucos anos, arma a estratégia e vai à luta, com excelente índice de vitórias.
O "louco" vai agora preconizar mais uma: com a entrada no Sudeste e seu perfil mais amplamente divulgado no meio empresarial mais amplo do país, Rodrigo Caseli figurará, muito em breve, entre os principais nomes do empresariado brasileiro.
Eu SOU louco, não ESTOU louco!

Mulheres sempre encontram prazer em comprar.

Em pesquisa recente com mulheres de 35 anos a 60 anos, realizada pela Shopper Experience, colocou-se em debate os motivos que determinam a compra. Embora o emocional seja extremamente relevante no consumo feminino, o elemento determinante é a presença dos quatro “Ps” – paquera, pesquisa, pechincha e prazer.

A paquera é aquele espaço no qual a sedução que o produto exerce sobre a mulher envolve elementos como apresentação da loja, abordagem de venda e adrenalina da novidade. Na pesquisa, a mulher se certifica do custo-benefício do produto; questiona se a paquera tem potencial para se tornar “algo mais”. A pechincha é o momento em que põe em xeque o “valor”, a qualidade de uma relação embrionária. No prazer, a conclusão de um ritual sedutor que envolve emoções complexas e extremamente femininas. Embora o emocional esteja presente em cada um dos “Ps”, há muito do racional em cada etapa.

Em todas as pesquisas, um axioma impera – o atendimento de excelência determina e direciona uma venda de qualidade, peça-chave para a construção de uma relação duradora entre consumidoras e marcas. As mulheres já equivalem a 51% da população brasileira, além de influenciar e inspirar o consumo masculino. E como nada indica que o contrário seja pertinente, é essencial para o sucesso do negócio entender quais são os elementos que compõem o que as mulheres associam a um bom atendimento.

Entendendo o consumidor.

Identificar habilmente as razões que determinam uma venda em potencial significa, também, aumentar a média de itens que você pode vender a cada cliente que entra em sua loja.

Algumas ações de marketing podem fazer com que sua loja conquiste a confiança do consumidor e, consequentemente, a sua preferência e fidelidade.

Comece tentando entender o seu cliente. Procure saber o que ele realmente quer. A partir daí, pense nas formas como seu produto pode suprir essas necessidades. Crie maneiras de se comunicar com quem entra em sua loja. Repense ferramentas, inove, ouse. Atraia a atenção do mercado para você.

Lembre-se de parar e medir os resultados obtidos. Veja que tipo de ação funcionou melhor, o porquê da rejeição e o que você pode fazer para aprimorar suas estratégias.

Atriz do filme de jeans das Lojas Avenida: Maximodel 2010.

A atriz Bruna Alvin, que estrelou meu filme de jeans para as Lojas Avenida, foi eleita a Maximodel 2010 pela revista Maxim.
Veja o filme jeans para as Lojas Avenida aqui: http://www.youtube.com/user/WhamWaldirCosta#p/u/10/llBesJt7c-c
As fotos para a Maxim, por LOUISE CHIN E IG ARONOVICH